Trata-se de uma parada voluntária e mais longa durante um voo, planejada no ponto de conexão principal da companhia aérea. Em vez de apenas trocar de avião, o passageiro permanece na cidade intermediária por um período maior e depois continua a viagem original.
O mecanismo é simples. Ao comprar a passagem diretamente no site da companhia aérea, é possível ajustar a duração da conexão para alguns dias, desde que a rota passe pelo hub da empresa. Buscadores tradicionais geralmente não apresentam esse tipo de opção.
O valor do bilhete, na maioria dos casos, não muda. A passagem já incluiria aquela conexão de qualquer forma, a diferença está apenas no tempo de permanência entre um trecho e outro. Os custos adicionais ficam concentrados na experiência local, como transporte urbano, atrações turísticas e alimentação.
Algumas companhias ainda oferecem facilidades para conexões prolongadas, como hospedagem e refeições, conforme regras específicas de tempo e classe tarifária. Esse benefício varia bastante e precisa ser conferido antes da compra.
Embora seja mais comum em voos internacionais, o stopover também pode ser aplicado em rotas nacionais, dependendo da estrutura da malha aérea.
Em termos práticos, o stopover é uma forma estratégica de ampliar o roteiro sem comprar uma nova passagem, aproveitando uma conexão que já faria parte do trajeto.